15
Ia ser escrito ASLAUG.
- Querida, não fica com medo, tá? - O Sr. Harald, ele falou com ela, enquanto olhava pela janelinha do carro.
Quem botou a cabeça entre o vidro da grade na entrada da porta.
- Meu Deus, eles são crianças, coitadinha, não devia ser assim. – Falou a moça.
- Querida, peço pra você se cuidar, isso aqui é do outro lado da cidade, onde as crianças, não são crianças, as que são, não são tão puras, quanto às crianças da Aslaug, elas tão sempre prontas pra aprontar – falou o Sr. Harald.
Quando achei que ele era uma criança doente, tadinho, ou sei lá o que, vi que ele era o pirralho mais sujo que eu já vi na vida e percebi que ele tava com febre e apavorado, berrando, com o pescoço preso entre duas barras de ferro.
Enquanto um leiteiro e um sacristão, com as melhores intenções, tentavam puxá-lo, puxando pelas pernas, sob a impressão geral de que, por aquele meio, conseguiriam cumprimentá-lo, com o crânio.
Quando perdi a cabeça, foi aí que descobri que era completamente o contrário.
Como esse era um menininho com uma cabeça naturalmente grande, achei que talvez o corpo dele coubesse por onde a cabeça tinha ido, e aconselhei que o melhor jeito de tirá-lo fosse empurrá-lo pra frente.
Essa sendo a minha proposta, que foi recebida tão favoravelmente pelo leiteiro e pelo sacristão, que o garoto teria sido imediatamente empurrado pra dentro da área, se eu não o tivesse agarrado.
Com os aventais, além de ver o Trygve e o Sr. Harald correndo pela cozinha pra pegá-lo quando ele foi solto. Finalmente, ele foi, felizmente, levado em segurança, sem nenhum acidente, e então começou a bater no Sr. Harald com uma vara curva, de maneira completamente frenética.
Ninguém pertencente à casa tinha aparecido, exceto uma pessoa de tamancos, que tinha estado empurrando a criança com uma vassoura, não sei pra que fim, e acho que nem ela mesma sabia.
A minha própria suposição tava completamente errada, pois a Sra. Aslaug não tava em casa e eu fiquei completamente surpresa, que não era o que eu esperava, pois a pessoa apareceu sem tamancos no corredor, e subiu pra sala de estar. fundo do primeiro andar, na minha frente e da Yrsa, anunciando a gente como
- Então, aquelas duas meninas, quanto a Lady Aslaug.
Chegando na curva da subida, encontramos muitas crianças que.
Mesmo assim, no futuro, ou agora, com dificuldade, eu não seria capaz, como ele, de evitar pisar no lugar tenebroso e escuro, quando chegamos na presença da Sra. Aslaug, uma das pobres criaturinhas rolou escada abaixo,
Naquele momento, foi em disparada, quando então, seriam criaturas sobrenaturais como as umbras, entre pequenos pós cintilantes, obscuros, como areia, que mudavam de forma, que foi, como me pareceu, que veio num barulho tremendo.
A Sra. Aslaug, cujo rosto não mostrava nenhum desassossego, tal como não pudemos deixar de expressar em nossos rostos, quando a cabeça da pobre criança sinalizou sua passagem com um estrondo, outro toque de sinos, sons estranhos e desconectados.
Com isso, enquanto caminhava por cada um dos degraus, sobre os quais Trygve disse mais tarde que tinha contado sete, além de um para o patamar), ela nos recebeu com perfeita serenidade.
Essa era uma fada ou mestiça jovem que era muito bonita e gordinha, com quarenta a cinquenta anos, com olhos bonitos, embora tivessem o costume curioso de parecer olhar para a distância, assim como eu agora, citando Trygve de novo, mesmo que chegue a isso. mais perto eles podiam ver, mas os portais dimensionais da escuridão!
- Agora, eu tô tão feliz. – Disse a Sra. Aslaug com um tom de voz agradável
- É um prazer receber vocês. - Ela falou. – Eu respeito muito o Sr. Loki head e ninguém que ele se importa pode ser indiferente a mim.
Agradecemos a ela e sentamos atrás da porta, onde tinha um sofá sem uma das pernas..., quando a Sra. Aslaug tinha um cabelo muito bonito, mas tava muito ocupada, como com seus deveres de mediadora e representante das criaturas das dimensões pra ter tempo de pentear.
O carro em que ela tinha estado negligentemente descendo e subindo, quando tava usando o chalé em que tinha caído na cadeira, quando ela veio pra nos receber.
Como resultado, não pudemos deixar de notar que seu vestido mal se reunia nas costas e que o espaço deixado aberto era protegido por uma espécie de grade de barbantes de espartilho, que lembrava a balaustrada de uma casa de verão.
A outra sala era uma biblioteca coberta do chão ao teto com livros, entre uma mesa coberta de papéis e quase inteiramente ocupada por uma enorme escrivaninha coberta com papel igualmente papeloso, que era, devo dizer, não só muito desarrumada, mas muito suja.
Então, naquele momento, fomos forçados a notar isso com o nosso sentido da visão, enquanto com os nossos ouvidos seguimos a pobre criança, que tinha rolado escada abaixo, acho que pra cozinha, onde alguém parecia querer parar de chorar.
Mas o que principalmente nos chocou foi o espetáculo de uma menina, com uma aparência decadente e doentia, mas de maneira nenhuma, muito feia, quando ela sentou numa cadeira escrevendo na escrivaninha, mordendo uma caneta e olhando pra gente. Acho que ninguém nunca se viu tão coberto de tinta.
Em sua aparência, do cabelo desgrenhado aos pés bonitos, desfigurados por chinelos de cetim rasgados e sua aparência desleixada e necessitada, em que ela parecia realmente não ter nenhuma peça de roupa.
Isso seria da cabeça aos pés em meio a mudanças e uma aparência pobre, em que naquele momento, mostrava seus arredores, cujas próprias condições estavam assim presas ou fora do lugar.
- Agora que nos encontramos, minhas queridas amigas. – Disse a Sra. Aslaug, enquanto acendia as duas grandes velas de cozinha em suportes de estanho
O lugar tinha uma entrada num corredor que levava a outra sala, que dava à sala um forte cheiro de sebo quente, mesmo que o fogo tivesse se apagado e a grelha estivesse acesa, na qual todos viram, quando podiam começar, se não cinzas, um maço de lenha, e uma alcavala, que ela viu que era bastante rústica, até antiga.
- Então, agora que nos encontramos, minhas queridas amigas, como sempre, bastante ocupada.
- Mesmo assim, vocês vão me perdoar. O projeto africano atualmente ocupa todo o meu tempo.
Agora é minha obrigação manter a minha correspondência com outras ordens e instituições públicas e com indivíduos ansiosos pelo bem-estar dos seus semelhantes em todo o país. Fico feliz em dizer que as coisas estão progredindo.
- Esperamos ter uma boa convivência por essa época, no próximo ano, de cento e cinquenta a duzentas famílias saudáveis, cultivando café e educando os nativos de Borriobula-Gha, na margem esquerda do Níger.
Como a Yrsa até falou, mas olhou pra mim, eu falei que deve ser um prazer.
- Prazer em conhecer. – Mesmo quando a Sra. Aslaug disse. – Peçam a sua lealdade até a sua presença, em que todas as minhas energias, como elas são; Mas é isso que cada pessoa é, desde que o sucesso esperado seja alcançado.
Em que eu o faço dia após dia, em que estou mais confusa neste momento, com tal processo, com este sucesso.
- Ainda, você sabe alguma coisa nova, Srta. Solveig? – Falou o homem.
- Quero acreditar que você nunca voltou seus pensamentos para os Portais Dimensionais Escuros.
Foi realmente como esperado, como aquele chamado estranho até eu chegar ao ponto eu mesma, que eu não sabia responder. Lembrei que a qualidade do clima...
Um ambiente sombrio e escuro, com neblina densa que não para de chover.
- Que tempo maravilhoso. – Naquele momento, disse a Sra. Aslaug.
- Realmente incrível, minha senhora?
- Em todas as palavras. – Disse a outra.
- Sim, com certeza, vamos tomar algumas precauções. – Disse a Sra. Aslaug.
- Você sabe por quanto tempo pode viver em Holborn sem precaução e pegar alguma doença?
- Você pode viver uma longa vida em Holborn, mas com cautela e desfrutar de saúde.
- Você sabe que o mesmo sempre acontece com os Portais Dimensionais Escuros.
Tive minhas perguntas. – Mesmo que eu pensasse nisso. – Mesmo que eu vivesse nesta cidade de Holborn.
- Agora, se elas quisessem. – Disse a Sra. Aslaug, naquele momento, quando estava empurrando inúmeros papéis para o nosso lado – você poderia dar uma olhada em algumas observações sobre este assunto especial.
Qual era a questão em geral (que já foi discutida extensivamente, o que era isso, por enquanto estou terminando uma carta que estava ditando para minha filha mais velha, que minha secretária é...