CAPÍTULO 30 Vá criar seu pequeno bastardo
Liz ligou de novo o motor. Sentada no banco do motorista, Liz dirigiu direto para **Stephanie**, que estava caída no chão, amortecida.
**Stephanie** olhou para o carro sem expressão. Através daquele vidro, ela viu os olhos de Liz, que estavam banhados em raiva e loucura. Ela não queria morrer, mas também não tinha motivos para viver.
Veio mais perto. Quando o carro estava a um metro de distância, ela sentiu que alguém a empurrou, depois do qual o carro passou zunindo na frente dela. Quem era aquele?
Ela procurou o homem surpresa e descobriu que era **Jack**, que deveria estar morto. Por inércia, ele caiu do outro lado do carro. Ele ainda estava vivo?
Olhando para o carro que parou por alguma razão desconhecida, **Stephanie** ficou esperançosa novamente. Não, ela não queria morrer!
A parada do carro foi, claro, um acidente puro. Liz estava com aqueles saltos de três polegadas, e um salto ficou preso no freio.
Liz xingou enquanto tentava tirar a perna, 'Que merda de azar.' Com algum esforço, ela finalmente libertou a perna, mas foi então puxada para fora do carro por uma mão forte.
'**Stephanie**? Sua filha da puta!' Liz soltou uma maldição viciosa depois de ver seu rosto, depois do qual elas entraram em uma briga. **Stephanie** era inerentemente mais forte, então ela conseguiu pressioná-la contra o chão, tornando-a incapaz de se mover. Nessa hora, os guarda-costas de **Jack** chegaram. Vendo a cena, eles se dividiram em dois grupos. Um carregou **Jack**, cuja vida permaneceu incerta, enquanto o outro apreendeu Liz. **Stephanie** finalmente conseguiu respirar, mas apenas de Liz, já que ainda tinha que ficar com **Jack**.
Sendo controlada por vários homens musculosos, Liz teve que desistir da ideia de matar **Stephanie**, mas ela ainda estava xingando, '**Stephanie**, você acha que vai ficar bem depois de sobreviver a esta vez? Eu vou te fazer sofrer! Eu vou!'
**Stephanie** deveria partir em outro carro, mas levaria um tempo para mover **Jack**, que estava gravemente ferido. Ela, então, caminhou até Liz, olhando para ela.
O olhar de **Stephanie** era imponente. Liz a achou tão parecida com **Jack**. Pensando em **Jack**, a razão de Liz voltou um pouco. '**Jack** ainda está vivo?'
**Stephanie** respondeu com um tapa na cara. Liz ficou perplexa a princípio; então ela começou a rir e a falar de forma delirante, 'Vá em frente, me bata! **Jack** agora está morto. Você vai viver o resto de sua vida na dor. Eu estou ficando com **Jack**, e você não pode mais estar no meu caminho! Vá criar seu pequeno bastardo!'
As palavras de Liz foram desagradáveis, mas **Stephanie** permaneceu impassível. Ela deu-lhe outro tapa e disse resolutamente, '**Jack** não vai morrer!'
**Stephanie** não ia perder mais tempo com Liz e foi verificar a condição de **Jack**.
Vendo as costas de **Stephanie** e **Jack** sendo movido para o carro, Liz ficou nervosa e gritou histérica, 'Não! Sua filha da puta! **Jack** é meu!'
Ninguém estava mais prestando atenção nela.
**Stephanie** os seguiu para o hospital. Ela não largou até que **Jack** fosse levado para a sala de operação. Observando a porta fechar lentamente, suas lágrimas escorreram. Não, ela não pode mais chorar!
Ela tinha que fazer algo! Mas o que ela pode fazer em tal situação? Percebendo o quão impotente ela era, sua coragem e determinação se quebraram em pedaços.
Ela sentou-se impotente no banco do lado de fora da sala de emergência, sua cabeça cheia de suas memórias de **Jack**. A maneira como **Jack** a provocava, a maneira como **Jack** tentava se aproximar dela, a maneira como **Jack** cuidava de seu bebê… Ela se arrependeu. Ela não deveria ser tão indiferente a **Jack** por medo de se machucar. Foi tudo culpa dela.
O tempo passou. Ela ainda estava sentada lá. Ela acreditava que **Jack** não morreria. Ele não morreria!
Cinco horas se passaram. Finalmente, um médico com luvas cobertas de sangue saiu e perguntou: 'Quem é o parente do paciente?'
**Stephanie** imediatamente se aproximou. 'Sou eu, **o médico**. Quem é **Jack**?' Sua voz tremia, o que manifestava seu desconforto.
**O médico** balançou a cabeça ligeiramente. Neste momento, o coração de **Stephanie** afundou até o fundo do mar.
'A condição do paciente não é promissora. Por favor, vá assinar primeiro.'
'Assinar o quê?' **Stephanie** perguntou tolamente. Ela tentou com força conter suas lágrimas, parecendo patética.
**O médico** já tinha visto essa situação muitas vezes. Ele suspirou. 'Há esperança, mas não é promissor. Por favor, vá assinar primeiro. Tudo é possível.'
Ele queria consolar **Stephanie**, mas foi pouco eficaz. **Stephanie** sentiu como se tivesse caído em uma caverna de gelo. Ela continuou caindo, caindo e caindo...
**Jack**, por favor, fique bem—
**O médico** viu que ela estava desmaiando, então estendeu as mãos para sustentá-la. Ele pediu que ela descansasse um pouco, mas **Stephanie** balançou a cabeça com firmeza e recusou. Ela deve ficar lá, até que **Jack** saísse em segurança.