Capítulo 111 Encontros
Marcus tava segurando o volante e mó concentrado na estrada, ouvindo a pergunta do Dan, ele respondeu, tipo, de boas: "Tô te levando pro teu irmão mais velho."
"Merda! Me levar pro meu irmão?!" O Dan quase pulou da cadeira.
Ele se inclinou, pegou na parte de trás do banco do motorista com uma mão, e fez uma cara de coitado perto do ouvido do Marcus, "Pode ser que eu não vá?"
O Marcus olhou pra ele no retrovisor, "Quê, tá com medinho?"
"Tô. Por favor."
Deu um sorrisinho no canto da boca do Marcus, mas a cara dele tava fria, "Desculpa. Você tem que ir."
Falando nisso, a velocidade do carro no painel subiu pra caramba.
Chegaram na mansão dos White.
"E aí, chefe, cheguei."
O Dan tava trocando de tênis na entrada enquanto dava umas olhadas pro Anthony de vez em quando, morrendo de medo dele vir pra cima e bater nele.
"E aí, que bom que voltou." O Anthony tava mó natural.
Ele olhou pro Marcus atrás do Dan, "O Dan te deu muito trabalho ultimamente?"
"Não."
Dois caras bonitos e sinistros caminharam lado a lado em direção à sala.
O Dan, que ficou pra trás, respirou aliviado quando viu isso, e depois ficou todo feliz.
-- Meu Deus, o irmãozão não bateu nele!
Sentados no sofá da sala, eles já tinham começado a conversar.
"A propósito," o Marcus perguntou, lembrando de repente, "você ainda tá com a sua namorada?"
"Uh-huh." O Anthony concordou, os olhos amolecendo por um segundo.
"Então..." O Marcus hesitou um pouco. "Anthony, você podia perguntar pra sua namorada o que as meninas gostam hoje em dia?"
......
Enquanto isso, a Laura chegou no Hospital Gouverneur.
Ela tava sentada numa cadeira de escritório no escritório dela, com o queixo apoiado em uma mão e uma caneta na outra. Ela concordava com a cabeça freneticamente enquanto ouvia o relatório recente do diretor sobre o hospital.
"Bem, bom... bem feito... se essa situação surgir de novo, lembre-se de me avisar a tempo... hmm."
Depois do relatório, o diretor enxugou o suor frio da cabeça.
O que tá rolando? Obviamente, ela era só uma garota que não era adulta há muito tempo, e a aura que ela emitia por todo o corpo dele pressionava-o a ponto de ele não conseguir respirar.
"Você tem feito um bom trabalho ultimamente", a Laura elogiou, depois perguntou, "Tem mais alguma coisa que você queira me dizer?"
"Não..." Assim que ela ia negar, o diretor de repente se lembrou de algo, "A propósito, o Carl falou comigo no telefone ontem e disse que gostaria de te encontrar algum dia."
"Encontrar algum dia?" A Laura ficou séria.
Depois disso, ela não pensou duas vezes: "Então, por favor, jogue todas as minhas viagens para o fim do mês. Você entendeu?"
O diretor concordou repetidamente, "Entendi, entendi."
Depois de resolver seus assuntos de trabalho, a Laura saiu da porta do hospital.
Ao passar por um supermercado, ela de repente se lembrou que seu sabonete especial tava quase acabando.
Então, sem hesitar, ela se virou e entrou no supermercado.
Como a Laura não esperava que fosse encontrar o Eric na seção de produtos domésticos?
"Laura?"
O Eric também ficou surpreso em encontrar a Laura ali do nada.
Ele estava na frente das prateleiras de mercadorias, colocando casualmente um shampoo que ele tinha acabado de pegar. Desgosto encheu seus olhos quando ele se virou pra ela, "Você me seguiu?"