Casa da Família Parte 2
Andromeda foi até a empresa do seu Marido e, como já era tarde, ela tava cansada de detonar o saco de pancadas no escritório e queria recarregar nos braços do Marido. Um dos Seguranças pegou a moto dela.
Ela fez uma carranca quando viu o Zachary conversando com a Allona, que não desgrudava dele. Ela tava sorrindo e o Zachary só concordando com a cabeça, com os braços cruzados, o que indicava que ele não tava a fim de falar com ela. Mas a Allona insistia, insistia e tava convidando ele pra algum lugar pra festejar com os amigos.
— Tenho que ir — disse o Zachary, e ela foi até eles e jogou os braços em volta dele. O Zachary ficou meio surpreso e um sorriso lindo apareceu nos lábios dele. — Parece que você tá exausta. — Ele a abraçou forte e continuou beijando a cabeça dela.
— Tô exausta. — Ela murmurou. — Vamos pra casa. — Ela olhou pra Allona com fúria e a Allona fez o mesmo. Então ela mostrou a língua pra ela pra tirar uma com a cara dela enquanto pulava nele e enrolava as pernas e os braços em volta dele e encostava a cabeça no ombro dele.
O Zachary riu e a levou pra van. Ah, ela era uma mulher possessiva e não queria que nenhuma mulher ficasse grudada nele. Ela se manteve por perto dele e fechou os olhos.
— Vem, Amor. — Ele fez carinho na cabeça dela. — Sossega, por que não deita no meu colo?
— Tá bom. — Ela sentou e pegou o travesseiro. Ele foi pra beirada e deixou ela deitar, depois ajudou ela a tirar os sapatos. Ela entrelaçou a mão na dele e fechou os olhos.
O Zachary falou alguma coisa pra ele sobre ela. Foi meio ruim e ele não entendia por que ela diria algo ruim sobre a esposa dele. Ela nem percebeu que ele confiava mais na esposa dele e, mesmo que ela mentisse sobre alguma coisa, ele sempre confiaria nela.
— O que a Allona tava fazendo lá? — Ela perguntou. Ele pôs a outra mão na cabeça dela.
— Ela só tava me perguntando se eu iria numa festa de Natal essa semana.
— E aí? — Ela olhou pra ele.
— Queria passar mais tempo com você do que ir a qualquer festa de Natal. Além disso, vai ter uma festa de Natal da empresa e você vai estar lá.
— Não preciso usar nada deslumbrante, né?
— Yep. Só seja você mesma. — Ele beijou a testa dela. Depois encostou a cabeça no banco.
— Conversamos depois. — Ela murmurou e ajustou o banco dele pra ele relaxar.
Em vez de dormir e relaxar, ela ficou observando o Marido. Ela não tava mais cansada. O Marido dela era tudo pra ela e ninguém devia ousar machucá-lo e tirá-lo dela. A Andromeda segurou a mão dele com força e beijou.
O Zachary sorriu e fez carinho no cabelo dela.
— Vou massagear seu corpo mais tarde — ela prometeu.
— Vou esperar por isso. — Ele fez carinho no cabelo dela.
***
A Selina acordou, sentindo-se pegajosa e com um braço pesado em volta dela. Ela sorriu e beijou o homem mais bonito que ela já tinha visto na vida. Ela fez carinho no cabelo dele e ainda o sentia dentro dela. Ela mordeu o lábio e admirou todo o corpo dele de perto.
Cada centímetro do músculo dele e cada centímetro da veia dele. É tão sexy e sedutor. Além disso, o tamanho dele dentro dela. Ela tava nas nuvens nas últimas horas. Eles fizeram amor cada vez mais, comeram, beberam e ele era muito mais do que ela esperava.
Ele mimava ela do jeito dele, e ela adorava.
— Fin. — Ela sussurrou de um jeito bem suave.
— Hum. — Ele gentilmente tirou os braços dela e depois se afastou.
— Uhmm. — Ela olhou pra baixo, entre as pernas dela. Ele olhou pra baixo e sorriu culpado pra ela. Ele puxou gentilmente e beijou o rosto dela cada vez mais. Ela riu e o abraçou.
— Tá dolorida, meu amor? — Ele perguntou.
O coração dela bateu ainda mais forte. O som do amor da boca dele é tão doce.
— Tô. — Ela fez bico pra ele.
— O que eu devo fazer? — Ele perguntou e checou algumas marquinhas no peito e no pescoço dela.
— Acho que só preciso me lavar um pouco. Tô me sentindo pegajosa.
— Tá bom. — Ele saiu da cama e foi pro banheiro. Ela pegou o edredom e cobriu o corpo dela esperando por ele.
Ele saiu nu e foi até ela, depois puxou a coberta e a carregou pra banheira. Eles ficaram lá e ela sorriu, ainda mais, quando ele entrou. Ela se lavou lá embaixo e deixou ele ensaboar o corpo dela.
— Então, eu não sabia que você era amigo da família.
— Hum.
— O Vovô acabou de me contar. — Ela brincou com os dedos no peito dele.
— Você é tão linda. — Ele murmurou.
— Não diga isso... Posso não conseguir me impedir de fazer amor com você.
— Então, não faça. — Ele sorriu. — É uma estação fria pra nós. Não é?
Ela riu e o abraçou.
— Essa é a melhor coisa que eu já ouvi. Mas também existe essa palavra chamada dolorido.
— Foda-se essa dor. — Ele sugou a pele do pescoço dela que fez cócegas nela. — Queria fazer amor com você mais.
— Tá bom. — Ela riu. — Ninguém tá te impedindo.
— Hum, tudo bem. — Ele a carregou da banheira e eles foram pra cama, molhados. Ele a deixou na cama e, sem nenhum aviso, entrou nela. Ela engasgou, seus olhos se arregalaram e ela empurrou de volta pra ele.
Eles são como coelhos tentando correr pra reproduzir. Não importa pra eles como eles se parecem. O mais importante pra eles é que eles estão fazendo amor um com o outro e nada poderia separá-los.
Foi uma transa rápida e logo, os dois estavam cobrindo o corpo um do outro enquanto comiam qualquer comida que pediam e assistiam a um filme romântico.
— Então, quando posso conhecer seus pais? — Ele perguntou pra ela. Ela sorriu e fez carinho no abdômen dela.
— Não estamos indo rápido demais?
— Eu tirei sua virgindade e estou fazendo amor com você como um coelho faz. Você gosta de mim e eu gosto de você. Estamos simplesmente num relacionamento. Não é como se fôssemos nos casar. Só quero que seus pais saibam com quem você está saindo. E fazê-los sentir que você está segura perto de mim.
A Selina corou e o abraçou.
— Eu só tenho minha mãe. — Ela disse pra ele. — Minha mãe engravidou aos vinte anos. Ela estava prestes a se casar com o homem que a engravidou, mas de repente, o casamento foi cancelado quando disseram que o noivo morreu num acidente.
— Ah.
— Minha mãe descobriu recentemente que eles falsificaram o acidente e meu pai bastardo não queria ser pai em sua pouca idade. Ele é um mulherengo e minha mãe o amava muito.
— Vou matar o bastardo. Mas, como ele é seu pai, só vou ter que me controlar.
Ela riu, mas sorriu amargamente.
— Minha mãe ficou devastada por anos, mas permaneceu forte por mim. Ela sempre me diz que você é uma Mondragon e ninguém vai te quebrar. Não posso deixar ninguém me quebrar. — Ela olhou pra ele.
— É verdade. Sua mãe está certa. Um Mondragon deu todo o seu amor a ponto de quase não sobrar nada pra eles. — Ele fez carinho no cabelo dela. — Eu sei sobre os Mondragon e, para nossa linhagem familiar, somos iguais. Só amaremos a pessoa que for destinada a nós.
— Como você saberia disso? — Ela perguntou. Ele sorriu e fez carinho na cabeça dela.
— Vou te contar em breve. Você pode perguntar para sua prima, Andy.
— Por que não contar? — Ela fez bico pra ele.
Ele olhou para o relógio. Já eram dez da noite e eles ainda tinham a noite toda pra se amar e se agradar.
— Quer sair e só andar pela cidade por uns trinta minutos?
Ela sorriu e beijou os lábios dele.
— Vou a qualquer lugar com você.
— Bom, precisamos dar uma volta. — Ele piscou. — Não quero te manter aqui. Posso não conseguir me controlar.
— Por quê? — Ela riu.
— Você é simplesmente amável. — Ele bateu nas costas dela. — Vamos.
Ela riu e o seguiu até o armário.