Fogueira de Ossos Parte 2
Andy chegou em casa e foi recebida por um monte de bebês que estavam em volta dela, parados na frente dela, então ela fez carinho em todos eles e Zach veio andando na direção dela, com a manga da camisa enrolada. Ele tava com a calça do escritório e parecia que tinha cancelado o trabalho.
Ela respirou fundo e sentiu o cheiro da carbonara favorita dela e de uma pizza caseira. Ela quis chorar. Deixou as coisas caírem e correu até ele e pulou nele. Segurou o rosto dele e o beijou com paixão. Zach segurou a bunda dela com força e chupou ela tão gostoso.
— Hmm. — Andy gemeu no fundo da garganta. O beijo dele desceu para a garganta dela. — Marido, tô com fome.
— Ah. — Ele a colocou no chão. — Desculpa, meu amor, tava tão preocupado com você. Tava morrendo de saudade.
— Eu também tô com saudade.
Zach a levou para a cozinha e disse para ela lavar as mãos. Então ele puxou uma cadeira para ela e fez um romance com ela enquanto comia. Ele a levou para o quarto deles. Já tinha preparado tudo, as roupas e a jacuzzi quente.
Ele esfregou todo o corpo dela com cuidado e beijou cada centímetro dela.
— Amor, a gente vai fazer amor? Porque eu ainda tô cheia. — Ela perguntou com uma carinha emburrada.
***
Andel foi direto para o restaurante dela. Ele parecia tão cansado e então ela foi até ele e levou os pedidos dele. Ele sorriu e puxou uma caixinha de veludo. Em vez de tocar no rosto dela, ele fez carinho na cabeça dela.
— Não conta para ninguém quem eu sou. Ok? — Ele disse, depois empurrou a caixinha para ela. Começou a comer e cantarolou. — Isso tá bom. Você manda bem em tudo. — Piscou e continuou comendo.
Ellen ficou olhando ele comer e abriu a caixinha. Tinha pelo menos algumas pedras preciosas nela e ainda tava um pouco suja. Ela pegou a ametista e os olhos dela se arregalaram. Ela fechou e colocou as palmas das mãos sobre ela.
— Você não gostou? — Ele perguntou enquanto limpava os lábios.
— Isso é de verdade. — Ela disse com a voz bem baixa.
— Sim. Eu sei que você consegue fazer algo bom com isso. É da minha viagem, a gente ralou para conseguir isso.
— Por que você tem que conseguir essas coisas? — Ela perguntou. Ele tocou na bochecha dela.
— Ei, é para você. Só me trata com comida aqui toda vez que eu vier.
— An— — Ele tocou nos lábios dela com o dedo.
— Me chama de Oliver. Acho que a gente já falou sobre isso, amor?
Ela afastou o dedo indicador dele e olhou para ele por um tempinho. Ele continuou comendo e, quando terminou, se encostou na cadeira e olhou para Fox do outro lado da mesa, comendo um monte.
— Ei, Bro. Tá tudo bem aí? — Ele perguntou. Fox fez um joinha. Ele gostou muito da comida. Então ele virou para ela. — Esse é meu amigo. Ele pode comer aqui com frequência. Também emprestei meu apartamento para ele, então, tudo bem se eu ficar com você por um tempinho?
— Tudo bem.
— Bom. — Ele conversou com ela por um tempinho e Fox foi embora com o carro de Andel. Ele só acenou para ele e se esticou um pouco. — A gente já pode ir?
Ellen olhou para ele e hesitou por um tempinho. Mas pegou a bolsa e foi andando até ele. Ele colocou a mão na parte de baixo das costas dela e deixou ela dirigir o carro dela até o apartamento dela.
Ele tomou um banho quente e foi para a cama descansar. Ele tava completamente nu e só cobriu a parte dele com o cobertor. Uma batida na porta deixou ele animado.
— Entra. — Ele relaxou quando ela entrou. Ela cruzou os braços e suspirou. — O que foi?
— Por que você tem que conseguir esse tipo de coisa para mim?
— Porque eu quero. — Ele tocou no espaço ao lado dele. Ela foi até ele e sentou. — Garotinha. A ametista ficou perfeita em você. E eu sei que você pode fazer algo bonito com ela. — Ele fez carinho na cabeça dela.
Ela expirou e assentiu.
— Obrigada por essas pedras preciosas lindas.
— De nada, com certeza. — Ele se deitou e se aconchegou no travesseiro. — Só tenho mais alguns dias para descansar antes de voltar para o trabalho.
— Tenho uma pergunta. — Ela disse. — Conheci um cara e ele é super charmoso.
O mundo de Andel desmoronou quando ela começou a contar sobre aquele cara charmoso que parecia um príncipe encantado que só sabe lutar esgrima.
— Ele é bonito e sexy e me pegou. Na primeira noite, ele me levou para um cruzeiro para ver fogos de artifício lindos. — Ela segurou o peito. — Tô apaixonada. Você acha que ele também se apaixonou por mim? — Ela perguntou.
Andel virou as costas para ela.
— Você só pode saber disso se a pessoa estiver disposta a te dar o mundo. Vou dormir agora, garotinha.
— Ok. Obrigada pelo seu presente. — Ela disse animada e pressionou os lábios macios na bochecha dele e saiu do quarto.
Em vez de dormir, ele simplesmente não conseguia descansar. Isso tá errado. Ficar na casa dela é muito ruim. Mas como ele pode deixar ela sozinha? Ela precisa de alguém para protegê-la e ele precisava conhecer aquele cara com quem ela começou a namorar. Ele tinha alguns dias para investigar, mas ela devia saber como eles se conheceram. Ele começou a pensar nisso e, quando já tinha descoberto, dormiu.
***
Alanis preparou um banho para ela. Ela tomou banho enquanto ele cozinhava macarrão italiano. Não demorou muito para ela sair, vestida com o pijama e sentar. Ele serviu para ela e sentou ao lado dela. Ele tocou no pescoço dela, que tinha picadas de mosquito, então chamou seus homens para comprar uma pomada para ele.
— Por que você tá com essa cara de merda? — Ela perguntou e começou a comer.
— Não consigo dormir quando você me deixa.
Moira de repente se sentiu culpada pelo que fez. Mas de qualquer forma, ela continuou comendo. Ele também comeu quando percebeu que ela adorava a comida dele. Eles comeram em silêncio. Ela terminou a comida dela e ele só estava esperando ela terminar. Ele se levantou e pegou os pratos e colocou na pia.
— Eu posso fazer isso. — Ela disse.
— Não. Descanse, querida. — Ele disse.
— É você quem precisa descansar.
Ele virou para ela e pegou as bochechas dela, então beijou os lábios dela.
— Não se preocupe, querida. Acho que você precisa descansar mais... Porque eu vou te punir. — Ele disse com uma voz muito perigosa, mas sexy.
— Sério? — Ela ergueu as sobrancelhas.
Ele puxou o queixo dela com o dedo indicador para olhar para ele. Os olhos dele ficaram mais escuros e ele realmente parecia assustador.
— Querida, eu não tô blefando.
— Alanis. Lava a louça. — Ela virou as costas para ele e foi para a sala assistir qualquer programa que estivesse passando.
Ele terminou a louça e tomou banho. Depois, seguiu ela para a sala, só com um pijama que ele trouxe e envolveu os braços ao redor dela possessivamente, deslizando gentilmente os dedos por dentro do pijama e da calcinha dela.
Ela cutucou ele e ia parar, mas ele foi até o fim. A respiração dela falhou quando ele tocou suavemente no botão dela e circulou o dedo ao redor da vulva dela. Ela começou a ficar excitada, então ele usou o lubrificante dela no botão. Ela engasgou e se agarrou a ele com força.
— Para com isso.
— Você quer que eu pare? — Ele sorriu e foi mais fundo, agora esfregando por dentro dela por mais algumas vezes.
— Ah. — Ela se agarrou a ele com força e estava perto, mas ele parou. Ela franziu a testa exasperada para ele.
— Você queria que eu parasse, certo? — Ele disse. Ela virou as costas para ele, irritada.