(Não Editado) Ação Parte 1
Zachary tava insistindo pra checar o corpo todo dela. Tirando a roupa dela e ela tava tipo uma boneca no quarto, enquanto ele tava observando ela como se fosse um experimento científico. Ela viu ele checar ela pra ver se tinha roxos e ele não achou nada. Aí ele sentou do lado dela e cobriu o corpo dela com o dele.
“Para com isso. A gente não vai transar!” Ela empurrou ele e pegou o roupão que ele preparou. Ele se afastou e sentou quieto do lado dela. “Isso nunca vai acontecer.” Ela adicionou e tava quase saindo da cama. Mas ele segurou a mão dela.
“Você ainda me odeia?” Ele perguntou.
“Eu te odeio. Mas eu me odeio mais.”
“Andromeda, olha. Vamos conversar sobre—”
“Não. Não podemos conversar sobre isso. Eu não quero ouvir. Vamos fazer o que nossos avôs decidiram e pronto. Não espera muito de mim.” Ela falou monótona.
Zach puxou a mão e deixou ela sair da cama. Ele olhou em volta pro quarto todo bagunçado dele. As marcas de bala, a faca… ele ligou pras empregadas limparem. Ele precisava arrumar a vida dele agora. Primeiro, ele precisa arrumar a casa. Ele vai instalar mais câmeras e aumentar a segurança.
Andromeda quase morreu um monte de vezes. Primeiro a Carbonara e agora, o ataque enquanto ela tava cochilando. Ele não queria deixar ela nem quando ela tava dormindo. Quem sabe quando eles vão atacar de novo?
A cama tava arrumada com lençóis novos. Ele tomou banho no outro quarto pra poder fazer conchinha com ela. Andromeda saiu do closet dele. Ela tava vestindo o pijama fofo que ele tinha. Ela olhou pra ele e pegou o travesseiro.
Ela desligou as luzes e deixou o abajur do lado dele. Ela bocejou e foi pro sofá, deixando ele. Ela jogou o corpo lá e fez conchinha com o travesseiro. Ela dormiu em questão de segundos. Zach olhou pro espaço do lado dele.
Naquela época, não era assim. Mesmo que eles brigassem, eles sempre acabavam fazendo amor. Tão apaixonados e tão selvagens. Ele sentia falta daqueles momentos. Ele decidiu. Ele ia fazer dar certo.
Ele saiu da cama e foi até ela, levando ela de volta pra cama e a abraçou como sempre fazia.
“Andy, por favor, me perdoa.” Ele murmurou.
***
Andromeda entra na EPUA.
Por último, ela precisava ligar pra prima Sabrina sobre como desfazer ou fazer a assassina voltar pra consciência dela pra poder torturá-la. Sabrina mandou um vídeo de como fazer. Com Andel como exemplo. Andel quase fez xixi nas calças porque sabia o quão mortal era. A prima dela é boa em tai-chi. Ela é mais de combate e atiradora.
O celular dela começou a tocar, o que fez todo mundo olhar pra ela. Ela franziu a testa e atendeu.
“Que foi?” ela perguntou com as sobrancelhas franzidas.
“Onde você está?” Zachary perguntou.
“Por que você se importa?”
“Eu te mandei mais de vinte mensagens e você não respondeu. Você sempre sai sem segurança. Como eu posso ter certeza de que você está segura?”
“Você é meu pai? Ou talvez meu vovô?”
“Eu não sou nenhum dos dois. Eu sou seu noivo—”
“Noivo por causa de um acordo. Por favor, você não precisa trabalhar tanto pra me proteger. Eu não preciso de proteção.”
“Andy…” A voz dele suavizou. Andromeda desligou e encarou Sabrina.
“Ei, desculpa por isso. É só um estranho, agora vamos torturar essa garota.” Ela disse animada e Sabrina zombou. Ela não disse nada como de costume, já que ela não fala muito.
Elas começaram a torturar a mulher pra ela dizer quem a mandou, mas ela não tava contando nada. Andromeda tinha um monte de coisas na cabeça, e ela só podia escolher ou talvez acusar todas aquelas pessoas que queriam a cabeça dela.
Sabrina deu um tapinha na cabeça da Andromeda.
“Ok, ok. Eu sei. Eu deveria ter colocado uma coroa de ouro na minha cabeça com diamantes de 24 quilates em volta.” Andromeda murmurou.
Elas assistiram a mulher sendo espancada por uma das suas carrascas.
“Essa mulher entrou na casa—adivinha qual casa. A do Zachary. Acredita? Como eles podem contratar alguém assim? O do Zach não tem segurança adequada. A segurança deles é de uma agência barata. Tipo uma normal. Pelo amor de Deus. Meu avô era do exército e até o Ancião Pattinson. Eu estou tão, tão frustrada com o Zach.”
Sabrina exala e deixa ela falar enquanto ela fala e fala e fala e ao mesmo tempo reclama da casa do Zachary. Andromeda achou que a Sabrina tava rindo dela. Por causa da frustração dela—ela não conseguiu não rir também.
Sabrina digitou no tablet dela.
“Que tipo de babaca é o Zach?” Sabrina perguntou.
“Bem, ele é um babaca. Ele não sabe sobre segurança e outras coisas, mas sobre malhar os músculos e atrair mulheres. Ah, meu Deus, eu juro. A gente nunca contrata guarda-costas. Ele não sabe sobre segurança e só trabalha pra fazer negócios. Eu só queria ter casado com o Gabriel em vez dele.”
Sabrina franziu a testa e digitou no teclado.
“Gabriel é meu.”
Andromeda começou a rir e levantou as mãos.
“Eu estou só brincando com você!” Andy exala e pensa sobre o Zach.
Zach era um bom homem. Ele não era perfeito. Ele talvez não fosse tão poderoso quanto Gabriel Lawson (Marido da Sabrina) ou bom em lidar com segurança. Mas a maneira como ele cuidava dela, mimava ela e fazia questão de que ela comesse a nutrição certa que ela precisava todo dia era o suficiente pra ela. Ela amava ele e a mentalidade dela era baixa, não tão forte quanto a da Sabrina, mas as duas eram perfeitamente não idênticas.
“Treino?” Sabrina perguntou, levantando o tablet dela.
“Por que você não usa sua voz pra falar comigo? Estou tão cansada disso.” Ela reclamou. Sabrina levantou o tablet dela.
“Eu não vocalizo bem. Além disso, tem gente por perto.”
“Ok, vamos treinar.” Ela levantou.
Andromeda e Sabrina foram pra academia de treinamento pessoal da Sabrina e começaram a lutar. Sabrina estava respirando pesado enquanto Andromeda parecia que não tinha suado.
“Já acabou de lutar?” Ela perguntou pra prima dela. “Você pediu pra treinar, então por que você está rastejando? Três horas ainda não passaram. Só tem—” ela olhou pra o cronômetro. “Só tem duas horas e vinte minutos. Brina. Você tem que trabalhar sua resistência. Como o Gabby te pegou na cama a noite toda?”
“Droga.” Sabrina murmurou e pegou uma garrafa d'água.
“Brina, você precisa trabalhar nisso. Eu treinei cinco horas por dia quando eu tinha quinze anos.”
“Ok. Você me bateu e treinou por mais de cinco horas não significa que minha resistência não seja forte. Gabby me exercita toda noite. Até de dia.”
Andromeda começou a rir e Sabrina riu com ela.
“Acho que também precisamos do Andel pra me satisfazer com treino.”
“Sério…” Sabrina balançou a cabeça. “Só vai transar. Ok? Acho que é o que você precisa.” Sabrina colocou a mão no ombro dela.
“Eu não sou mentalmente forte como você.” Andromeda disse.
“E eu não sou fisicamente forte como você.” Sabrina apertou o ombro dela. “Você consegue, Andy.”
“O casamento é em alguns dias.” Andromeda sentou e as mãos dela começaram a tremer. “Eu amo ele. Eu não sei como encarar ele. Eu matei—” Antes de Andromeda terminar a frase, ela desabou.