Chapter 75
Assim que termino de lavar a última louça, sinto dois braços envolvendo minha cintura firmemente e me levantando.
— Me coloca no chão — grito como um porco.
— Como desejar — ela diz antes de me colocar sobre a bancada e ficar entre minhas pernas.
— Você está de bom humor — provo enquanto tiro as luvas de borracha e as joguei perto da pia.
— Como não estar quando tenho uma espécime tão fina na minha presença? — ela diz, o que me faz sorrir.
Ela está tão brincalhona agora.
— O que quer, Carolina? — pergunto curiosa.
— Gostaria de trocar meu desafio — diz com um sorriso adorável.
— Do que está falando? — pergunto.
— Lembra quando você disse que, se eu conseguisse ser apropriada para crianças por vinte e quatro horas, me deixaria fazer o que quisesse com seu corpo? — ela pergunta, o que faz minhas bochechas esquentarem.
— Vaguemente — respondo.
— Bem, quero mudar o desafio — diz.
— Para o quê? — pergunto curiosa.
— Vamos jogar Uno nu, se você perder, posso fazer o que quiser com você — ela diz.
— Uno nu? Quer dizer, pôquer nu? — pergunto.
— Não, só encontrei cartas de Uno — responde.
— Tudo bem, estou dentro. Só me deixe colocar mais roupas — digo, mas ela balança a cabeça.
— Não, você pode usar apenas o que está usando agora — diz.
Isso é tão injusto.
Estou usando apenas três peças de roupa: um suéter grande, calcinha e sutiã.
— Não, mal estou vestida — digo.
— Fazer o quê? — ela diz antes de me levantar da bancada e nos levar para a sala.
Ótimo.
Não só vou perder.
Vou perder pelada.